Ao todo, 1.800 efectivos das Forças Armadas Angolanas (FAA) reforçam, desde sábado (26), os quadros da Polícia Nacional, depois de concluírem um curso básico.

Os então efectivos das FAA participaram no 19º Curso Básico de Polícia, na Escola Prática dePolícia, no Kikuxi, município de Viana, em Luanda, cujo acto de encerramento foi presidido pelo ministro do Interior.

 Eugénio Laborinho afirmou que a prontidão das forças policiais constitui um dos desafios da corporação, de modo a corresponder à missão de garantia da segurança pública e paz social.

 Justificou a realização do curso com o facto de as instituições modernas adoptarem a formação técnico-profissional como estratégia fundamental ao desenvolvimento dos quadros.

 Segundo o ministro, o 19º Curso Básico de Polícia enquadrou-se no leque de acções programadas para o ano passado, mas interrompidas devido à pandemia da Covid-19.

 O ministro pediu aos recém-formados para “terem sempre em conta a cultura castrense no cumprimento das missões e na vida social”. “Faço este apelo porque o polícia é o espelho do cidadão, é a ele que se exige patriotismo, rigor, disciplina, respeito à hierarquia, à coisa alheia, ao património público e aos símbolos nacionais”, fundamentou.

Para Eugénio Laborinho, “ao cumprirem estes princípios, os efectivos estarão em condições de fiscalizar a conduta dos cidadãos que, muitas vezes, por interesses inconfessos, tendem a colocar em causa o bem público, a harmonia e a paz social”. Lembrou que “este ano vai ser desafiante para as forças de defesa e segurança”, devido à realização das eleições gerais, pelo que “devem estar preparadas e prontas a garantir que o pleito eleitoral decorra num ambiente democrático, de paz e harmonia, onde os cidadãos possam livremente exercer o seu direito de voto”.

 O comandante-geral da Polícia Nacional, comissário geral Arnaldo Carlos, assegurou que a formação “é um instrumento fundamental para a actuação das forças na prevenção e combate à criminalidade”.

 Informou que a corporação está a reformular os currículos para alinhar as formações ministradas nas várias escolas à vertente prática, de forma a dar melhor resposta às situações relacionadas com a segurança pública.

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