Sociedade esclarecida sobre dados eleitorais

Membros de distintos estratos sociais no município do Soyo, província do Zaire, foram, esta segunda-feira, esclarecidos sobre o processo de reclamações, em relação às omissões e irregularidades constantes da base de dados dos cidadãos maiores, no quadro do Registo Eleitoral Oficioso, encerrado a 7 de Abril último em todo o país.

Durante uma palestra no anfiteatro da Escola Superior Politécnica do Soyo, os participantes, entre administradores comunais, representantes das confissões religiosas, dos órgãos da Defesa e Segurança, autoridades tradicionais, foram elucidados pelo director do Gabinete Provincial dos Registos e Modernização Administrativa do Zaire, António Félix Kialunguila, sobre as três possibilidades disponíveis para aceder aos dados eleitorais.

“Temos esse período, antes da convocação das eleições pelo Titular do Poder Executivo, para as reclamações, com três possibilidades: a primeira é via Internet, através do site www.meuregisto.gov.ao; a segunda é ligar gratuitamente para o número 136 e o cidadão é atendido pelos operadores destacados na central de operações do Ministério da Administração do Território. A terceira possibilidade é presencial. Ou seja, o cidadão, não tendo telefone, pode dirigir-se ao BUAP e solicitar ao operador para que consulte os dados do seu registo eleitoral oficioso”, explicou. 

Avançou que depois de uma consulta do cidadão sobre o estado do registo e encontrando, eventualmente, alguma omissão ou irregularidade – que pode ser nome mal escrito, dados de morada errados, filiação, género e, principalmente, o local de votação, – é imediatamente corrigido.

O director do Gabinete Provincial dos Registos e Modernização Administrativa do Zaire referiu que o encontro serviu, igualmente, para passar a informação de que todo o cidadão que tenha feito a actualização do registo, e que, eventualmente, perdeu o cartão do eleitor, pode solicitar a emissão da segunda via, desde que esteja numa circunscrição territorial coberta pelos serviços do Ministério da Justiça e dos Direitos Humanos, para que não fique sem votar nas eleições gerais previstas para Agosto próximo.

Os representantes das igrejas, presentes, valorizaram a realização do encontro e garantiram transmitir a mensagem recebida aos fiéis.

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